A Igreja católica e as questões sociais e políticas no Brasil (1950-1960)

Buscando novos sentidos à pastoral

  • Volney José Berkenbrock
  • Rodrigo Portella
  • Nilmar de Sousa Carvalho

Resumo

No Brasil da segunda metade do século XX (1950-1960), a Igreja Católica participou de vários projetos do campo político-social, dentre eles a elaboração de uma proposta de reforma agrária. No entanto, dois detalhes chamam a atenção dos pesquisadores: entender quais eram os interesses da Igreja e se ela influenciou e/ou também foi influenciada pelos movimentos políticos de então. Diante desses fatos, alguns autores, com o intuito de esclarecer as pretensões subjacentes à Igreja, fizeram suas interpretações. O artigo traz à luz tais autores, nomeadamente Thomas Bruneau, Luiz Gonzaga de Souza Lima, Scott Mainwaring e Michel Löwy, e busca dialogar com as teorias levantadas por eles, no intuito de trazer luz à questão das articulações pastorais da Igreja, à época, no campo político e agrário, bem como seus significados.

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Biografia do Autor

Volney José Berkenbrock

Doutor em Teologia pela Friedrich-Wilhelms-Universität, Bonn; professor do Depto. de Ciência da Religião da UFJF e membro do Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis/RJ-Brasil.

Rodrigo Portella

Doutor em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora-MG e professor associado do Departamento de Ciência da Religião da UFJF; licenciado em História pela Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia (FFSD-Nova Friburgo-RJ) e bacharel em Teologia pela Escola Superior de Teologia de São Leopoldo-RS (EST).

Nilmar de Sousa Carvalho

Mestre (2020) e doutorando em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora; bacharel em História pela Universidade Católica de Petrópolis (2017) e em Filosofia pelo Centro Geológico do Maranhão (1998).

Publicado
2022-07-21
Como Citar
Berkenbrock, V. J., Portella, R., & Carvalho, N. de S. (2022). A Igreja católica e as questões sociais e políticas no Brasil (1950-1960): Buscando novos sentidos à pastoral. Revista Eclesiástica Brasileira, 82(322), 334-348. https://doi.org/10.29386/reb.v82i322.4233